Unidade Pastoral

quarta, 21 setembro 2011 17:26

Preparação do Matrimónio

O casamento não é simplesmente um contrato, é principalmente uma união: de sentimentos, de vontades, de paixões. O amor entre o homem e a mulher no matrimónio é animado e sustentado por um dinamismo interior e incessante que leva a família à comunhão cada vez mais profunda e intensa, fundamento e alma da comunidade conjugal e familiar. O sacramento do matrimónio, que retoma e especifica a graça santificante do baptismo, é a fonte própria e o meio original de santificação para os esposos. Este amor tem a sua maneira própria de se exprimir e de se realizar. Por esta razão, os actos que realizam a união íntima e casta dos esposos são honestos e dignos e, se forem vividos de um modo verdadeiramente humano, significam e favorecem o Dom recíproco com que ambos se enriquecem mutuamente na alegria e na gratidão. A fecundidade é o fruto e o sinal deste amor conjugal, o testemunho vivo da plena doação recíproca dos esposos. O futuro do mundo e da Igreja passa através da família.

Organização do Processo do Casamento
Três meses antes (pelo menos) da data prevista para o casamento, é necessário dirigir-se à paróquia para dar a conhecer o projecto de casamento e organizar o processo. Serão atendidos pelo pároco, que irá tratar do processo convosco.
É indispensável disporem-se a participar nos actos de preparação proxima e imediata para o casamento que lhes forem indicados pelo pároco, e informarem quais as actividades em que já tomaram parte ao longo do namoro e do noivado.
Para organizar o processo de casamento são necessários alguns documentos. Aquando da conversa com o pároco receberão as indicações necessárias tanto para a organização do processo religioso como do civil.
Para contactar directamente com o pároco deverão respeitar os horários do cartório.

Assuntos Práticos a ter em conta
Fotógrafos: Os noivos podem escolher o fotógrafo que desejam, contudo, este deve obedecer ás normas estabelecidas pela diocese.
Transferências de Casamento: Quando o Casamento é realizado numa paróquia exterior à paróquia de residência dos noivos, o processo de casamento deve ser transferido. Os noivos devem contactar a paróquia de residência da noiva, pois, o processo desenvolve-se com critérios específicos que devem ser respeitados.

quarta, 21 setembro 2011 17:25

Preparação do Baptismo

O que é o Baptismo?
- O Baptismo é um sacramento: um sinal visível - a água e as palavras do celebrante .- que, por sua vez, é sinal de uma realidade invisível mas real: o amor e a salvação de Deus.
- O Baptismo é o primeiro sacramento. Pelo Baptismo, abrem-se-nos as portas da vida cristã e passamos a fazer parte da Igreja, a comunidade dos que seguem Jesus Cristo.
- O Baptismo faz-nos filhos de Deus. Pelo Baptismo, nascemos para uma vida nova e vivemos a felicidade de ter a Deus como Pai.
- O Baptismo une-nos a Jesus Cristo, faz de nós seus irmãos, faz-nos participar do seu mistério pascal: morremos com Ele, somos sepultados com Ele e ressuscitamos com Ele. Com Ele passamos da morte do pecado para a Sua vida sem fim.
- O Baptismo dá-nos o Espírito Santo que é a luz que nos ilumina, a graça que nos renova, a força que nos impele a viver o Evangelho e a amar todos os homens e mulheres.

Os Padrinhos
Um pouco de história
A instituição dos padrinhos surgiu na Igreja quando se introduziu o costume de baptizar as crianças. Era necessário que alguém, diferente dos pais, e que representasse tanto a família de quem ia ser baptizado, como a comunidade cristã, se responsabilizasse pelo crescimento na fé da criança baptizada.

Critérios na escolha dos padrinhos
1. Os pais devem levar muito a sério a escolha de bons padrinhos para os seus filhos, para que os padrinhos não se tornem numa instituição de simples formalismo.
2. Nesta escolha, não se devem guiar apenas por razões de parentesco, amizade ou prestígio pessoal, mas por um desejo sincero de garantir aos filhos que tenham padrinhos capazes de fluir, mais tarde, de modo eficaz, na
educação cristã do afilhado.

O número de padrinhos
Cada criança pode ter um só padrinho (homem ou mulher) ou dois (homem e mulher).

Requisitos para ser padrinho:
1. Ter completado 16 anos de idade.
2. Ter capacidade para cumprir a missão própria dos padrinhos
3. Ser católico e ter os  três sacramentos da iniciação cristã:
Baptismo, 1ª Comunhão e Crisma.
4. Se for casado, que o tenha sido na Igreja, e que não esteja em situação
ilegal, perante a Igreja, no que respeita a situações maritais.

Para tratar do processo de Baptismo:
- Contactar com o pároco nos horários do cartório com dois meses de antecedência antes da data prevista.
- Escolher o dia do Baptismo e a hora em conjunto com o pároco, pois, existem condicionantes.
- Preencher o impresso que o pároco lhe dará, e entregá-lo na 1 a reunião de preparação para o Baptismo (são duas as reuniões em que a presença dos pais e padrinhos é obrigatória, pelo que não haverá Baptismo se faltarem; estas reuniões realizam-se aos Sábados, pelas 19 horas).

Questões práticas a ter em conta antes do Baptismo
A veste baptismal
A veste baptismal deve ser branca.
O sentido de branco na liturgia tem a ver com a pureza. Pelo Baptismo a
criança é incorporada na Igreja e nasce para uma vida nova, a vida da graça.
Esse sentido de nova vida traz consigo a pureza interior simbolizada na veste
branca que a criança deve trazer.

A vela do Baptismo
Os pais devem adquirir, atempadamente, a vela do baptismo, que só deve ser acendida no Círio Pascal, durante a celebração do Baptismo, e quando lhes for indicado.

Os fotógrafos
Quando o baptismo se realiza fora da missa, os pais podem escolher o fotógrafo que desejam, contudo, este deve obedecer ás normas estabelecidas pela diocese.

Transferências de Baptismo
Quando o Baptismo é realizado numa paróquia exterior à paróquia de residência dos pais da criança, o processo de baptismo deve ser transferido. Os pais devem contactar o seu pároco, pois, o processo desenvolve-se com critérios específicos que devem ser respeitados.

quarta, 21 setembro 2011 17:24

Eucaristia

A Última Ceia, de Leonardo da Vinci(1452-1519).
A Última Ceia, de Leonardo da Vinci(1452-1519).

A Doutrina da Igreja Católica sempre ensinou que Jesus, antes de morrer, já se referia a este ritual sacramental: "Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne. Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como pode este dar-nos a comer a sua própria carne? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos" (João 6:51-71).

Na Igreja Católica, a Eucaristia é um dos sete sacramentos. Segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, a Eucaristia é " o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar o sacrifício da cruz no decorrer dos séculos até ao seu regresso, confiando assim à sua Igreja o memorial da sua Morte e Ressurreição. É o sinal da unidade, o vínculo da caridade, o banquete pascal, em que se recebe Cristo, a alma se enche de graça e nos é dado o penhor da vida eterna." (n. 271). A palavra Hóstia, em latim, quer dizer vítima, que entre os hebreus, era o cordeiro, sem culpa, imolado em sacrifício a Deus.

Segundo o papa João Paulo II, em sua encíclica Ecclesia de Eucharistia, a Eucaristia é verdadeiramente um pedaço de céu que se abre sobre a terra; é um raio de glória da Jerusalém celeste, que atravessa as nuvens da nossa história e vem iluminar o nosso caminho. Ainda nessa encíclica, é chamada atenção para o fato significativo de que no lugar onde os Evangelhos Sinópticos narram a instituição da Eucaristia, o evangelho de João propõe a narração do lava-pés, gesto que mostra Jesus mestre de comunhão e de serviço; em seguida o Papa atenta para o fato de que mais tarde o apóstolo Paulo qualifica como indigna duma comunidade cristã a participação na Eucarístia que se verifique num contexto de discórdia e de indiferença pelos pobres.

Comungar ou receber a Comunhão é nome dado ao ato pelo qual o fiel pode receber a sagrada hóstia sozinha, ou acompanhada do vinho consagrado, especialmente nas celebrações de Primeira eucaristia e Crisma. Segundo o Compêndio, "Para receber a sagrada Comunhão é preciso estar plenamente incorporado à Igreja Católica e em estado de graça, isto é, sem consciência de pecado mortal. Quem tem consciência de ter cometido pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação antes da Comunhão. São também importantes o espírito de recolhimento e de oração, a observância do jejum prescrito pela Igreja e ainda a atitude corporal (gestos, trajes), como sinal de respeito para com Cristo." (n. 291).

 

Papa Francisco
Papa Francisco

 

A Igreja Católica confessa a presença real de Cristo, em seu corpo, sangue, alma e Divindade após a transubstanciação do pão e do vinho, ou seja, a aparência permanece de pão e vinho, porém a substância se modifica, passa a ser o próprio Corpo e Sangue de Cristo.

Eucaristia também pode ser usado como sinônimo de hóstia consagrada, no Catolicismo. "Jesus Eucarístico" é como os católicos se referem a Jesus em sua presença na Eucaristia. "Comunhão" é como o sacramento é mais conhecido. As crianças farão a sua Primeira comunhão. "Comunhão Eucarística" é a participação na Eucaristia.

Também há uma adoração especial, chamada "adoração ao Santíssimo Sacramento" e um dia especial para a Eucaristia, o Dia do Corpo de Cristo (em lat. Corpus Christi). Segundo Santo Afonso Maria de Ligório, a devoção de adorar Jesus sacramentado é, depois dos sacramentos, a primeira de todas as devoções, a mais agradável a Deus e a mais útil para nós. Para a Igreja, a presença de Cristo nas hóstias consagradas que se conservam após a Missa perdura enquanto subsistirem as espécies do pão do vinho. Um dos grandes factores que contribuíram para se crer na presença real de Cristo e adorá-lo, foram os "milagres Eucarísticos" em várias localidades do mundo, entre eles, um dos mais conhecidos foi o de Lanciano (Itália).

São João Crisóstomo destaca o efeito unificador da Eucaristia no Corpo de Cristo, que é identificado pelos cristãos como a própria Igreja: Com efeito, o que é o pão? É o corpo de Cristo. E em que se transformam aqueles que o recebem? No corpo de Cristo; não muitos corpos, mas um só corpo. De fato, tal como o pão é um só apesar de constituído por muitos grãos, e estes, embora não se vejam, todavia estão no pão, de tal modo que a sua diferença desapareceu devido à sua perfeita e recíproca fusão, assim também nós estamos unidos reciprocamente entre nós e, todos juntos, com Cristo. João Paulo II ensinou que à desagregação enraizada na humanidade é contraposta a força geradora de unidade do corpo de Cristo.

terça, 20 setembro 2011 10:42

Pároco

Pe AntunesPe José Antunes


"Faz de nós pescadores de homens"
Senhor Jesus que um dia chamaste os primeiros discípulos para fazer deles pescadores de homens, continua em nossos dias a fazer eco do Teu doce convite: «Vem e segue-me»! Dá aos jovens e às jovensa graça de responder prontamente à Tua voz! Apoia, nas suas fadigas apostólicas, os nossos bispos, os sacerdotes, as pessoas consagradas. Dá perseverança aos nossos seminaristas e a todos os que estão a realizar um ideal de vida totalmente consagrada ao Teu serviço. Desperta nas nossas comunidades o empenhamento missionário. Manda, Senhor, operários para a Tua messe e não permitas que a humanidade se perca por falta de pessoas devotadas à causa do Evangelho. Maria, Mãe da Igreja, modelo de todas as vocações, ajuda-nos a responder «sim» ao Senhor que nos chama a colaborar no desígnio divino de salvação. Amen.

João Paulo II

"Pegadas na areia"
Uma noite eu tive um sonho... Sonhei que andava a passear na praia com o Senhor, e no firmamento, passavam cenas da minha vida. Após cada cena que passava, percebi que ficavam dois pares de pergadas na areia: um era o meu e o outro era do Senhor. Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me deveras e perguntei ao Senhor: - Senhor, Tu disseste-me que, uma vez que resolvi seguir-Te, Tu andarias sempre comigo, em todos os caminhos. Contudo, notei que durante as maiores tribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque é que, nas horas em que eu mais necessitava de Ti, Tu me deixaste sozinho. O Senhor respondeu-me: - Meu querido filho, jamais te deixaria nas horas da prova e do sofrimento. Quando viste, na areia, apenas um par de pegadas, eram as minhas. Foi exactamente aí que peguei em ti ao colo."Pegadas na areia"
Uma noite eu tive um sonho...Sonhei que andava a passear na praia com o Senhor, e no firmamento, passavam cenas da minha vida.Após cada cena que passava, percebi que ficavam dois pares de pergadas na areia: um era o meu e o outro era do Senhor. Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia.Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me deveras e perguntei ao Senhor: - Senhor, Tu disseste-me que, uma vez que resolvi seguir-Te, Tu andarias sempre comigo, em todos os caminhos. Contudo, notei que durante as maiores tribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque é que, nas horas em que eu mais necessitava de Ti, Tu me deixaste sozinho.O Senhor respondeu-me:- Meu querido filho, jamais te deixaria nas horas da prova e do sofrimento. Quando viste, na areia, apenas um par de pegadas, eram as minhas. Foi exactamente aí que peguei em ti ao colo.

Autor Desconhecido

terça, 20 setembro 2011 10:38

Organograma

Unidade Pastoral de S. Sebastião e S. Paio - Organograma