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domingo, 16 junho 2013 11:30

Vem a Nós

Escrito por Pe Henrique

Vêm a NósDeus é Graça e conhece o preço da vida de cada pecador: a Páscoa de Cristo. Ela suscita a confissão das lágrimas e o grito da confiança. "O Filho de Deus me amou e se entregou por mim ..." E Paulo disse aos Efésios: ". Ele amou a Igreja e se entregou por ela". Isto é o que a Igreja deve testemunhar hoje: a prova de amor de Jesus.
A Palavra de Deus deste dia oferece-nos acontecimentos importantes. Ela nos coloca diante do Deus dos pecadores que nós somos. Os pecadores são confrontados perante o seu pecado e ao mesmo tempo ao amor que perdoa. Deus suscita a confissão de David como suscita as lágrimas da pecadora. E o coração de Cristo nos revela o Pai. Jesus vê a mulher chorar. Ele não quer mais saber de nada a não ser aquilo que ela fez por Ele, naquele momento. Este amor, humilde e forte que perdoa, donde vem senão d'Ele? Que a nossa assembleia seja para nós hoje o lugar onde cada um ouse reconhecer o mistério do outro: Cristo te ama e se entrega por ti.
Não esqueçamos as palavras do Santo Padre Francisco, no primeiro Angelus do seu pontificado, no dia 17 de Março de 2013: «Ele nunca se cansa de perdoar, mas nós às vezes cansamo-nos de pedir perdão. Não nos cansemos jamais, nunca nos cansemos! Ele é o Pai amoroso que sempre perdoa, cujo coração é cheio de misericórdia por todos nós. E, por nossa vez, aprendamos também a ser misericordiosos para com todos. »
A Igreja também hoje continua em nome de Jesus Cristo a oferecer a todos a nós a graça da misericórdia de Deus, pelo dom do Sacramento da Reconciliação. O Sacramento da cura interior da nossa vida e do reatar a nossa relação com Deus e com os irmãos. Só assim é que poderemos estar mais unidos a Jesus Cristo, como nos diz São Paulo na liturgia deste domingo: «Já não sou eu que vivo é Cristo que vive em mim». Vivamos neste ano da Fé, com a mesma vontade e convicção de São Paulo de vivermos animados pela Fé em Jesus Cristo que se entregou à morte por nós. Como se diz, perdoar é o modo mais sublime de crescermos como pessoas e pedir perdão é o modo mais sublime de nos levantarmos com esperança perante a vida e seguirmos com confiança para Deus.

«Deus é mais forte que o mal»

(Santo Padre Francisco)
In Agencia Ecclesia

Deus é mais forte que o malCidade do Vaticano, 12 jun 2013 (Ecclesia) – O Papa convidou hoje os católicos a professarem a convicção de que Deus é "mais forte" do que o mal e colocou as dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro a repetirem essa frase."À nossa volta, basta abrir um jornal, vemos que há presença do mal, o diabo atua, mas gostaria de dizer em voz alta: Deus é mais forte. Quero acrescentar que a realidade, às vezes sombria, marcada pelo mal, pode mudar, se nós levarmos em primeiro lugar a luz do Evangelho", declarou Francisco, na catequese da audiência pública semanal. O Papa convidou os participantes no encontro a dizer, com ele, "Deus é mais forte", repetindo a frase por diversas vezes. Francisco apresentou uma reflexão sobre a expressão 'Povo de Deus', com que se define a Igreja Católica, recordando que "Jesus não disse aos Apóstolos que formasse um grupo exclusivo, um grupo de elite". "Gostaria de dizer também a quem se sente longe de Deus e da Igreja, a quem tem medo ou é indiferente, a quem pensa que já não pode mudar: o Senhor chama-te para fazer parte do seu povo e fá-lo com grande respeito e amor", acrescentou. Neste sentido, o Papa defendeu que a Igreja deve ter "portas abertas" para que todos possam entrar. A catequese falou do "amor a Deus e ao próximo" como a lei do Povo de Deus, um amor que "não é estéril, sentimentalismo ou algo de vago" e leva a "acolher o outro como verdadeiro irmão, superando rivalidades, incompreensões, egoísmos". Francisco falou nas "tantas guerras" entre cristãos, nas famílias, nos

bairros, pedindo que todos saibam colocarem primeiro lugar a "lei do amor". "Talvez muitos de nós estejam um pouco zangados com alguém. Então, digamos: Senhor, eu estou zangado com este e esta, rezo-te por ele e por ela. Rezar por aqueles com quem estamos zangados é um bonito passo nesta lei do amor", sugeriu. A catequese papal destacou que Deus "não é posse exclusiva de nenhum povo", mas é Ele que convida a "pertencer ao seu povo". "Que a Igreja seja lugar da misericórdia e da esperança de Deus, onde cada um se possa sentir acolhido, amado, perdoado e encorajado a viver segundo a vida boa do Evangelho", apelou. O Papa deixou uma saudação aos peregrinos vindos de países de língua portuguesa: "O Senhor vos chama a ser fermento no mundo, irradiando sua a misericórdia e a sua salvação, com o testemunho de uma vida evangélica. Que o Senhor vos abençoe a todos". Após a audiência geral, Francisco publicou uma nova mensagem na sua conta da rede social Twitter: "Quantas pobrezas morais e materiais de hoje se ficam a dever à rejeição de Deus, colocando no seu lugar tantos ídolos!".

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